segunda-feira, maio 14, 2007

Muitas idéias pra pouca disposição

É justamente sobre isso que quero falar. Pensei em muita coisa pra escrever aqui, mas deixei tudo de lado. Eu, enquanto tô aqui escrevendo, tô pensando "Porra, tal idéia era do cacete..." mas deixa quieto. Acabei de resolver, vou fazer um conjunto de "frases-núcleo" que seriam os temas principais dos posts planejados. Esse post, num trocadilho horrível, é como Brasília - 50 anos em 5. Por ordem de lembrança, as frases e uma pequena explicação.

1- Amor vende

Você pode amar uma garota, um garoto, ambos, uma pizza, seu caderno de caligrafia da quarta série ou até o chiclete que você achou agora grudado no seu tênis. O que importa é que, por mais (ou menos) que você queira, o amor é uma coisa banal e vende bem. Ex: maçã do amor. =P

2- A necessidade de falar (ou pelo menos escutar)

Todos precisamos disso, c'mon! Com ou sem motivo, bater um papinho ligeiro é necessário diariamente. Mas assim como os ornitorrincos, existem exceções nessa regra também. Os listeners gostam é de ouvir, seja a sua voz parecida com a do Ozzy Osbourne ou com a da Lady Di, eles querem te ouvir falando. Mas, cá entre nós, um macho falando de caminhões é bem pior que uma dama de voz aveludada falando sobre as estrelas do céu. :D

3- Skap

Ele marcou. E muito. Um programinha filha-da-puta mudou a vida (tá, não é pra tanto) de umas 20 pessoas, vai. Hoje, abandonaram. O começo, o meio, o fim e todos os fatos marcantes (e alguns nem tanto) me encafifaram por uns 2, 3 dias. Achei que ele merecia espaço aqui, e ele merece mais até. Mas, por pura incopetência minha, que foi notada nese tempo do Skap, não dei o devido reconhecimento ao Salvador.

4- Meu blog, minha escola

É, acreditem, eu já pensei em substituir minhas lições de redação pelo blog! "Não vou mais fazer porra nenhuma disso aqui, não. Eu tenho um blog e ele dá um pau." Para (in)felicidade de muitos, essa idéia ainda não saiu da minha cabeça. Pelo menos por enquanto...

5- Como fazer um blog famoso

Esse foi, talvez, o primeiro grande tema que eu pensei para escrever no blog junto com o Manual Indie. Quer dizer, o Manual veio antes, mas pensei bem e avacalhei-o. Os indies não iriam gostar de exposição à luz do sol. =P Mas voltando ao tema, iria discutir nesse post o que era necessário para um blog ser famoso. Ia fazer uma puta propaganda do blog nesse tempo, pois seria uma discussão por meio de comentários, coisa que o blog nunca foi rico.Eu tinha pensando em interatividade, posts diários, propaganda, englobamento de assuntos atuais, entre outros. Mas deixa quieto, um dia a gente quer um blog famoso, com 1.000 comentários por post e gente linkando ele de um lado pro outro. No outro dia a gente esquece que tem blog.

6- (Extra)

Esse extra é porque eu, na verdade, não tenho mais idéias antigas frescas (antigas frescas...) na cachola. Mas adivinha só? Só pra escrever aqui surgiram várias outras! É ou não é incrível? Mas chega por hoje, senão vou deixar o público (quê público, Bola escroto?!) desacostumado. Fui!

Ahhh, lembrei de mais uma coisa! Eu ia fazer um post lembrando uma dívida antiga de linkar blogs amigos. Como não consegui linká-los ali do lado, ia colocar grandes pérolas da internet como o blog da Nath, vulgo Esqueceram de Mim; o brog da Bel, aquele com textos imensos sobre temas, er... exóticos e o blog do Rafa, esse sim um blogueiro dedicado (e famoso), que mantém o blog atualizidin, bunitin. Opa, acho que já escrevi demais, au revoir. (e, caso eu esqueci algum, mal, mal, mal, mal e mal. Chega no Bola e fala "Aê cuzão, esqueceu de mim, é mermão? Vamo te apagá, tá ligado?!)




The Horror The Horror - The Horror The Horror (2006)

Ahh pessoal, eles tentaram criar um nome legal pra banda...

segunda-feira, abril 16, 2007

"Como escrever bem sem vocabulário" ou "Como comer muito sem talher"

Lembra do lance dos problemas, da dívida por minha parte e dos Smurfs? Então, os dois primeiros eu deixei quieto e o terceiro eu só relembrei. Como (admito) desisti da idéia passada, fico sem muita coisa pra falar aqui. Então, após escrever bastante hoje, continuo minha saga, agora (graças a Deus!) sem caneta tentando ensinar os leiteiros de plantão a entregar o leite. Vamos lá!

Esse título eu acho legal. Esse barato do "ou" dá um ar mais tento-ser-engraçado pro título e é bem a minha cara. Pois bem, o assunto.

Escrever é arte? Não, não é. Escrever é somente uma forma de comunicação, nada mais. Arte, arte mesmo é futebol e baseball. Eu explico o por quê, dois palitos: na escrita você pode errar, improvisar errado e escrever qualquer merda, caralho a quatro e companhia que tá certo, entende? Junta umas palavrinhas aqui, umas acolá e pimba! tá feito o texto. Agora, sempre tem aquele macete pra deixar a coisa mais jeitosa e formosa e fulgosa e vários outros adjetivos com final osa. Let's see 'em!

Passo 1: Palavras difíceis
- Esse é o esquema. Você pode estar escrevendo sobre qualquer coisa, desde Segunda Guerra Mundial até o dia em que você mijou nas calças, mas sempre, sempre e pra todo, sempre, aquela palavra difícil que te faz ficar encafifado por dias tá lá. E não precisa ter vocabulário, não, não precisa. Basta assistir um dia da TV Senado ou ler umas quatro páginas daquele livro que mais parece uma lista telefônica de tanto que as páginas tão amarelas, pegar duas palavras que tá ok.
Passo 2: Ahh, pontuação!
- Minha parte preferida. Cara, como é bom ler uma vírgula mudando o sentido da porra toda, ou ver aquela exclamação indicando uma raiva artificial. Ahh, como é bom. Leia isso com atenção, viaja não, é importante. Antigamente já foi "moda" (porra, tudo é moda) usar reticências, vulgo três pontos. Nada contra, aliás, pelo contrário. É bom deixar um tema em aberto de vez em quando, como daquela vez que você foi contar pra sua namorada que você...
Passo o ponto: O fim
- Por fim, e não menos importante, tem sempre a toque do chef. Aí ó, papel e caneta na mão porque agora o bicho pega. Paga nesse chuchu, fera: a regionalização é um barato fantástico. Tem coisas que um cara que mora, sei lá, 100Km do seu lado escreve e você acaba não entendo bulhufas. Esses empecilhos regionais são o tchan da coisa, saca? Um piá aqui, um uai ali e começou o pega-prá-capá. É uma beleza!

Só como considerações finais, e um parágrafo extra pra deixar o texto maiorzinho, quero ver todo mundo escrevendo do jeito Cuelio e depois falando "Nossa senhor Bola, funciona comigo que nem aquele produto Polishop que eu comprei semana passada!". Pra Carapicuíba todos vocês! ...e sonhem com o Pingu.



Quietdrive - When All That's Left Is You (2006)


Puta cara, sério mesmo, por que eles queriam mudar o nome? É genial!

quinta-feira, março 08, 2007

Putz, não si nm o qucolocar aqui

É, voltei. E voltei sincero. Voltei de verdade faz muito tempo, não postei aqui por preguiça. Mas sou um cara observador, e senti que a preguiça dá samba. Vem comigo!

Sim, prometi falar da paciência e cá estou. Vou explicar o básico: existem dois extremos, a paciência e a F.D.P. (falta de paciência), não existe uma pessoa impaciente. Vou explicar o porque, vem comigo!

Já deve ter percebido o título estranho. Antes de tudo, sim, eu sei escrever, mas isso é o que saiu digitando normalmente, pois meu teclado está com sérios problemas. Isso é ter paciência, paciência de escrever pra ninguém mesmo com o teclado praticamente sem 5 teclas e tendo que refazer as palavras várias vezes. Continua comigo!

Agora você pensa e fala que eu não postei por um mês porque não tive paciência, sou um impaciente. Aí tu erras, Godspeed, pois a definição de "impaciente" não tá com nada. A pessoa não pode ser impaciente pois, no mínimo uma vez ela foi paciente. Sendo assim, ela tem a paciência necessária, mas não quer usá-la. Isso é a F.D.P., a irmã mais próxima da preguiça. Pegou? Acompanha comigo!

Pra resumir tudo: todos têm paciência de sobra, mas uns não querem usá-la. Até a próxima data, quando provavelmente falarei do método Bola de resolver todos os problemas. Tchau!




Funk Como Le Gusta - Roda De Funk (1999)

Quem vai se molhar é você!

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

Hey.

Duas coisas, texto pequeno:

1- É, vou ausentar-me, mas garanto que vocês nem irão notar. Deixarei um textinho(inho) bem legal pra vocês. =)

2- "As suas palavras bonitas não são nada até alguém entender os símbolos letrais". Yeah!

Pro blog não ficar vazio, vou postar. Mas nem sempre isso irá acontecer. É um estilo de post que eu gosto muito, pois uma de minhas paixões, a interatividade está presente. Uma pergunta simples, tu lês e responde.

"O que é estar de bom-humor?" é a pergunta. Certeza absoluta que nunca parou para pensar nisso. Bem, é isso, mais tarde eu volto conferindo. Ahh sim, ouçam (mas ouçam mesmo) The Beautiful Girls.

Tchau!




The Beautiful Girls - Water (2006)

The truth is truth to you is truth enough...

segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Ha-Ha!

Cara, sabe que eu nunca tinha pensado em escrever sobre o humor, antes? Isso é estranho, falar sobre humor deveria ser a minha praia, porém... Bem, entremos no assunto.

Antes de tudo, saiba que falar do humor é uma coisa complicada. É como aquela música que você sabe tocar sem saber as notas, só pela ordem dos sons. Então, quase isso. Todos sabem o que é humor, mas provavelmente ninguém tenta explicá-lo. Eu o farei de maneira digna. Comecarei com um subconjunto do humor, o engraçado, aquelas coisas que te fazem rir. Infelizmente eu esqueci o nome, mas li uma frase muito interessante de um palhaço, que dizia mais ou menos: "As pessoas riem quando você dá a elas um futuro inesperado." Bem, já discursei sobre o futuro, e fiz isso de propósito. Então, martele isso na sua cabeça e acredite, te ajudará a ser uma pessoa melhor: "As pessoas riem quando você dá a elas um futuro inesperado."

Agora, outro subconjunto, esse bem mais amplo que o outro, a felicidade. A felicidade? Sim, sim! A felicidade nada mais é do que estar com um ótimo humor, rindo a toa. Agora eu tenho um problema: como exemplificar a felicidade? Querem saber o que me deixa feliz? Aquilo que eu chamo de bom-arrependimento. Nada mais é do que esnobar, rapaz confuso. É como aquele ditado "cuspir no prato que comeu", mas sem antes ter comido. Ainda mais eu, ha!, alguns vão entender. Quando tiver uma oportunidade única, menospreze-a e sinta-se feliz por estar arrependido. =)

O texto ficou meio vago, no próximo post vou além de continuar com o tema do humor, englobar alguns outros tópicos, como a paciência e os problemas.



Dear And Glorious Physician - Dear And Glorious Physician (2005)


...ou seja lá qual for o nome da banda.

terça-feira, fevereiro 06, 2007

Mais um vez de volta para o futuro.

Ahhh, como é bom prever o futuro!

Falarei sobre ele, sim, o futuro. E, conforme a frase já diz, é bom prever o futuro! E como é bom! Convenhamos que é uma coisa egoísta, mas não deixa de ser emocionante. Mas afinal, quem nunca riu da desgraça alheia? Mas por que o fato de prever o futuro é tão legal? É simples, caro indivíduo curioso! Somente porque o futuro é tudo que você tem certeza que não sabe. E o fato de não saber algo o incomoda e muito. Mas esse negócio de prever o futuro, em tese, não existe, é tudo mentira. Mas, assim como toda mentira, sempre tem alguém que acredita. "Estou vendo muitas riquezas no seu futuro..." é a frase clássica, mas a coisa não é bem por aí. Cara, assim como previsão do tempo, previsão do futuro é a coisa mais besta que se pode imaginar. Você vê uma pessoa sentando em uma cadeira e pronto, viu o futuro! Ou, como diria o guru de não-lembro-aonde, "se eu pudesse ver os números da loteria acha que eu ainda estaria aqui?" Então, brinque de prever o futuro com as pessoas próximas e seja você também o guru da cidade!

E você me pergunta, "mas como tu sabes isso, Cuelio?". Ahh, como eu disse é tudo mentira. =D

Agora, mudando de assunto, e prolongando ainda mais o post, falarei sobre as idéias que citei no post passado. Desde o começo do ano tive essa idéia mas nunca coloquei em prática, por motivos até hoje desconhecidos. O blog é também sobre música, mas o tema fica meio ofuscado entre os textos que aqui escrevo. Então, decidi inovar um pouco com um simpático now listening no final. Espero que gostem. =)

Só pra avisar, pretendo escrever sobre o humor no próximo post, então, wish me luck, Black Emperor!



Happy Apple - Part Of The Solution Problem (1998)

Jazz, maluco!